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Epidemia de hanseníase deixa Rondônia em estado de preocupação


Aconteceu neste final de semana uma campanha de conscientização e combate a hanseníase, a equipe de coordenação do setor de Hanseníase do Hospital Santa Marcelina esteve em um quiosque no Porto Velho Shopping .

Segundo Cleumar Nascimento, coordenador do setor de hanseníase do Santa Marcelina, o dia 07 de Julho é o Dia Estadual de Mobilização para o Controle da Hanseníase, em alusão a data e preocupados com o alarmante crescimento no número de casos detectados em todo o estado no ano de 2018 a direção da unidade decidiu realizar uma ação junto a um grande público.

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“A situação de Rondônia é alarmante, ocupar o 4º lugar em números de casos detectados no Brasil, mostra que a hanseníase não está sob controle. Isso é muito preocupante, dezenas de vidas estão sendo diretamente impactadas. Precisamos conscientizar a população sobre os principais sintomas da doença, sobre esse crescimento em números de casos e sobre a importância de um diagnóstico precoce”.

O principal objetivo da ação no Porto Velho Shopping, segundo os organizadores, será divulgar os sinais e sintomas da doença e alertar sobre a importância de um diagnóstico precoce.

“A hanseníase tem cura, o tratamento é gratuito, contudo, quanto mais cedo são realizados diagnóstico e início do tratamento menores são as possibilidades de o portador adquirir sequelas. São essas sequelas, como as dores nas articulações por exemplo, que comprometem significativamente a qualidade de vida dos pacientes.
Além disso, após receber a primeira dose da medicação o portador não transmite mais a doença.”, afirma Nascimento.

Durante os dois dias da ação os profissionais do Santa Marcelina estarão distribuindo material educativo e tirando dúvidas sobre a doença. Toda a ação será realizada graças a uma parceria entre o hospital, o próprio shopping
e com a ONG NHR Brasil que financiou a produção dos impressos, camisetas e outros insumos.

HANSENÍASE EM RONDÔNIA

Em 2018, Rondônia apresentou 735 casos novos de Hanseníase. Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, uma área é considerada sob controle quando há o registro de 10 ou menos casos de hanseníase em 100.000 hab. Rondônia apresentou um coeficiente de detecção de 41,2/100.000 habitantes, que lhe confere a classificação de risco, hiperendêmico. Outro fato importante é o coeficiente de detecção em crianças (menores de 15 anos), que em 2018 foi de 6,94 casos/100.000 hab, que nos coloca em situação de risco muito alto (2,50 a 4,99/100.000 hab. em menor de 15 anos).

Semusa

Secretaria moderniza sistema do CEM

Depois que a Prefeitura de Porto Velho adquiriu um Datacenter, container que serve como ambiente seguro para acomodar os servidores de dados e sistemas, as unidades de saúde da capital estão se adequando a essa nova realidade.

O Centro de Especialidades Médicas (CEM) está passando por adaptações, para se alinhar ao novo sistema. Funcionando normalmente, das 7h às 19h, o CEM atende em dezesseis especialidades. Segundo a secretária de Saúde do Município, Eliana Pasini, os pacientes são encaminhados pelas unidades de saúde, por meio do sistema de regulação da Semusa (agendamento), enquanto a data do retorno é marcada pelo próprio CEM.

Wanderleth Lima, gerente da unidade, informa que os serviços são oferecidos normalmente. “Quando ocorre queda da internet ou manutenção do sistema, precisamos aguardar a normalidade para atender os nossos pacientes dentro do prazo previsto”, disse.

 



Fonte www.diariodaamazonia.com.br


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