
Ji-Paraná: Homem tem surto, é amarrado só de cueca e acaba morto com sinais de espancamento no Bairro Green Ville
Um caso chocante e revoltante registrado na tarde da última terça-feira, 16 de setembro, tem gerado intensa comoção em Ji-Paraná, interior de Rondônia. Um homem identificado como Jeferson Batista de Souza, de 32 anos, morreu após sofrer um surto psicótico no bairro Green Ville e ser amarrado com cordas por populares. Quando foi encontrado, Jeferson estava apenas de cueca, com as mãos e pés amarrados para trás e com o corpo coberto de hematomas.
Segundo testemunhas, o surto teve início por volta das 14h20, quando Jeferson entrou desorientado em uma mercearia portando um espeto de churrasco, que abandonou logo em seguida. Em seguida, danificou o portão de uma residência nas proximidades. Com medo da reação do homem, moradores o contiveram com cordas até a chegada do SAMU.
A irmã da vítima revelou que ele fazia uso de medicação controlada e que poderia ter esquecido de tomar a dose correta, o que explicaria o comportamento descontrolado. Segundo ela, Jeferson era uma pessoa tranquila, pai de dois filhos e natural da cidade.
Atendido, internado e morto poucas horas depois
O homem foi levado pelo SAMU ao Hospital Municipal, ainda com vida, mas em estado crítico. Devido ao seu quadro clínico, foi intubado e transferido à UTI, mas não resistiu. O óbito foi registrado às 1h da madrugada do dia 17 de setembro, após parada cardiorrespiratória em assistolia. Os profissionais tentaram reanimá-lo por 18 minutos, aplicando cinco doses de adrenalina, sem sucesso. Para acompanhar desdobramentos deste caso, Devido aos evidentes sinais de violência física, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares. A conclusão da perícia pode levar até 30 dias.
Jeferson deixa esposa e dois filhos menores, de 9 e 12 anos. Segundo a companheira, ele já apresentava alucinações e dizia ver “coisas debaixo da cama”. Chegou a revirar o guarda-roupa momentos antes do surto. No hospital, relatou-se que ele já chegou com marcas roxas e inchaços pelo corpo.
Este caso levanta um alerta sobre os riscos da falta de preparo da população para lidar com transtornos mentais e reforça a necessidade de acompanhamento adequado. O Ministério Público deve acompanhar o caso.
Fonte: Folha de Ji-Paraná




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