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TCE investiga contrato de R$ 450 mil para show de Juliana Bonde em Guajará-Mirim, RO


julho 31, 2026Kleyton SantosDestaque, Interior Rondônia, Mais Notícias, Notícias policiais

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O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades na contratação do show da banda Bonde do Forró, da cantora Juliana Bonde e do “DJ Maluco” durante as comemorações dos 97 anos de Guajará-Mirim (RO). O g1 entrou em contato com a prefeitura do município e a empresa responsável pelo show, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Segundo o Tribunal, há indícios de sobrepreço na contratação. O contrato foi firmado por R$ 450 mil, sem licitação, por meio de inexigibilidade.

A análise técnica mostra que a proposta inicial da empresa responsável pelo show era de R$ 235 mil para as apresentações do Bonde do Forró e de Juliana Bonde. Depois, o valor subiu para R$ 450 mil com a inclusão do “DJ Maluco”, um aumento de R$ 215 mil.

Para verificar se o preço era compatível com o mercado, o TCE comparou o contrato com apresentações semelhantes realizadas em outros estados. Em 2026, municípios de Mato Grosso e Minas Gerais contrataram o Bonde do Forró por R$ 185 mil e R$ 170 mil, respectivamente. O Tribunal também encontrou uma proposta da própria empresa, apresentada em dezembro de 2025, no valor de R$ 235 mil para o show do Bonde do Forró e de Juliana Bonde, sem a participação do “DJ Maluco”.

Outro ponto que levantou dúvidas é a contratação do “DJ Maluco”. Segundo o relatório, os técnicos não encontraram referências de mercado que comprovem o valor pago por ele como atração independente. Durante a análise, o Tribunal identificou informações de que ele atua como produtor musical e um dos responsáveis pelo Bonde do Forró, e não como artista contratado separadamente. Por isso, a investigação vai apurar se ele realmente fez uma apresentação independente ou se já integrava a estrutura da banda.

Para verificar se o preço era compatível com o mercado, o TCE comparou o contrato com apresentações semelhantes realizadas em outros estados. Em 2026, municípios de Mato Grosso e Minas Gerais contrataram o Bonde do Forró por R$ 185 mil e R$ 170 mil, respectivamente. O Tribunal também encontrou uma proposta da própria empresa, apresentada em dezembro de 2025, no valor de R$ 235 mil para o show do Bonde do Forró e de Juliana Bonde, sem a participação do “DJ Maluco”.

Outro ponto que levantou dúvidas é a contratação do “DJ Maluco”. Segundo o relatório, os técnicos não encontraram referências de mercado que comprovem o valor pago por ele como atração independente. Durante a análise, o Tribunal identificou informações de que ele atua como produtor musical e um dos responsáveis pelo Bonde do Forró, e não como artista contratado separadamente. Por isso, a investigação vai apurar se ele realmente fez uma apresentação independente ou se já integrava a estrutura da banda.

G1/RO


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