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VEJA DETALHES do brutal assassinato da garota de 14 anos cujo corpo foi encontrado em MT após namoro com faccionados rivais


agosto 18, 2026Kleyton SantosDestaque, Interior Rondônia, Mais Notícias, Notícias policiais

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Um perfil no Facebook, que publica relatos de crimes e faz comentários sobre episódios violentos, trouxe detalhes do chocante assassinato da adolescente Claudia Geovana Dourado de Oliveira.

O corpo dela, que tinha apenas 14 anos, foi encontrado esta semana, com marcas de tortura, no interior de Mato Grosso.

“Claudia tinha apenas 14 anos, mas já estava envolvida em uma situação perigosa: segundo a investigação, ela havia se relacionado com integrantes de grupos criminosos rivais e acabou entrando no radar de pessoas ligadas a uma dessas facções. Dias depois, desapareceu de um hotel.

Tudo começou em 6 de agosto de 2026, em Lucas do Rio Verde, cidade do interior de Mato Grosso. Claudia teria sido atraída até um hotel da cidade e, segundo a Polícia Civil, retirada do local por pessoas ligadas a uma facção.

As câmeras de segurança ajudaram a polícia a descobrir um dos veículos utilizados na ação: um Fiat Mobi branco. O carro foi localizado, e o motorista, de 31 anos, acabou sendo conduzido pela polícia.

A investigação aponta que ele teria transportado o grupo de Lucas do Rio Verde até uma região de Sorriso (MT). A partir daí, os investigadores começaram a entender o que poderia ter colocado Claudia naquela situação.

Segundo o delegado Artur Andrade Almeida, ela havia se relacionado anteriormente com um integrante de uma facção e depois começou um relacionamento com alguém ligado a um grupo rival.

Claudia também teria passado a publicar nas redes sociais fotos fazendo um sinal associado ao novo grupo e, segundo a investigação, teria se desentendido e feito ameaças a meninas ligadas à facção rival.

O que aparece na investigação é que ela teria se aproximado desses grupos principalmente por meio dos relacionamentos e das disputas que surgiram ao redor deles, mas não era integrante.

A hipótese investigada é que essa mudança de lado teria sido interpretada como uma provocação, e que a morte da adolescente teria sido determinada como retaliação.

Claudia teria sido levada para uma área de mata próxima à BR-163, onde teria sido submetida ao chamado “Tribunal do Crime”.

Enquanto isso, a família passou aproximadamente uma semana sem saber onde ela estava.

Até que, na noite de 12 de agosto, a Polícia Civil chegou a uma área de mata às margens da rodovia.

Claudia estava morta e enterrada em uma cova.

As informações preliminares apontaram que ela estava com as mãos amarradas e uma corda ao redor do pescoço, além de apresentar sinais de agressões violentas.

A investigação aponta para cinco suspeitos de participação no crime. Dois já haviam sido presos. O namorado de Claudia, apontado como integrante de uma das facções, ainda não estava preso e teve a identidade preservada.

Agora, a polícia tenta fechar as peças: quem ordenou a execução, quem participou diretamente, qual foi o papel de cada suspeito e exatamente como a adolescente morreu.

No fim, a história é ainda mais crua do que parece: uma adolescente de 14 anos se envolveu em relacionamentos com pessoas ligadas a grupos criminosos rivais, acabou entrando em uma disputa que não era dela e teve a morte decretada”.

Autor: Da redação / Folha do Sul


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